Espondiloartrose é uma doença em que se observa inflamação das articulações presentes na coluna vertebral. Essa condição pode levar a sintomas como dor na região da nuca, impactando a qualidade de vida do paciente. Dentre os sintomas estão as dores nas costas e a rigidez na coluna lombar. Além disso, a condição pode ocasionar comprometimento de outras partes, como músculos, ligamentos e discos intervertebrais, afetando a qualidade de vida do paciente.
É importante destacar que a espondiloartrose é uma doença degenerativa, ou seja, apresenta caráter progressivo que em alguns casos pode se agravar com o passar do tempo.
Cada tipo de espondiloartrose diz respeito a uma diferente parte afetada. A área em que é mais comum a doença se manifestar é a região lombar. Há, entretanto, outras variações. Confira:
Localizada entre o tórax e a região sacral, é formada por cinco vértebras. A estrutura é responsável pela sustentação do peso corporal, possibilitando com que os indivíduos realizem movimentos de locomoção e elevação, além de outros. A região lombar também confere flexibilidade quando da realização de atividades físicas variadas.
Juntamente de outras condições, a espondiloartrose causa dor no disco intervertebral afetado, comprometendo a rotina das pessoas acometidas.
Diversas são as causas para o desenvolvimento da espondiloartrose, tais como condições genéticas, lesões na região, envelhecimento natural do corpo e traumas. Há casos, entretanto, que a doença surge ligada a outras complicações, como no caso da espondilite anquilosante, por exemplo.
Além da rigidez na área afetada, o paciente pode experimentar dores no local, fraqueza ou espasmos nos músculos, sensação de formigamento nos membros inferiores e grande dificuldade para deambular ou simplesmente ficar em pé.
Outros sintomas poderão surgir, mas de forma menos frequente, como insônia, fadiga e edema na parte comprometida. Em se tratando deste tipo de espondiloartrose, é comum que a condição apresente piora progressiva quando não tratada de maneira adequada.
A idade mais avançada é um dos principais fatores de risco para espondiloartrose. A situação pode ser agravada, contudo, quando o paciente apresenta excesso de peso, bem como sedentarismo e outras complicações, como doenças ósseas.
Até mesmo alguns tipos de profissões poderão representar risco para que o indivíduo desenvolva a doença. Dessa forma, pessoas que realizam trabalhos com movimentos repetitivos ou com pouca movimentação, têm maiores chances de acometimento.
Assim como acontece em relação a outras doenças, quem fuma poderá ter o quadro de espondiloartrose lombar agravado. O mesmo pode-se dizer de indivíduos que passam por quadros graves de estresse, bem como apresentam outras doenças ou traumas na região.
Como modo de se evitar o desenvolvimento da espondiloartrose, é recomendável que se evite passar muito tempo em uma mesma posição. Dessa forma, a pessoa deixa de sobrecarregar ligamentos e a musculatura presente nesta área.
Além disso, a prática de atividades físicas pode ajudar na prevenção desta condição. Vale ressaltar que os exercícios de baixo impacto costumam ser os mais adequados para fortalecimento da musculatura lombar, levando a uma maior flexibilidade.
De modo geral, adotar um estilo de vida constituído de hábitos saudáveis contribui para afastar o risco da doença. Assim sendo, a adoção de dieta balanceada também é indicada como forma de prevenção da espondiloartrose.
O consumo de álcool deverá ser evitado, bem como o de cigarros, uma vez que estes podem levar a um enfraquecimento ósseo.
Quando da avaliação por parte do médico especialista, o exame físico costuma ser o primeiro a ser realizado. O especialista avaliará minuciosamente a região lombar a fim de identificar possíveis dores, sensibilidades, limitações motoras, edemas e outros sinais clínicos.
Dentre os recursos que poderão ser empregados pelo especialista, estão os exames de imagem, como raio-x e ressonância magnética.
Em geral, o tratamento cirúrgico não se faz necessário para boa parte dos casos. Isso se deve ao fato das técnicas conservadoras mostrarem grande eficácia. Quando não há resultados satisfatórios, contudo, a cirurgia poderá ser indicada pelo médico. Abaixo estão os dois estágios em que o tratamento cirúrgico costuma ser recomendado:
O tratamento conservador implica no restabelecimento do paciente através de medicamentos, como por exemplo, de anti-inflamatórios receitados pelo médico. Outras técnicas, contudo, costumam ser prescritas pelo especialista. Veja:
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